
República Gambiarra em Barão Geral. A boa localização foi o diferencial na hora de fechar o contrato.
Sete horas da noite. Quatro integrantes da Republica Gambiarra deixam a casa para ir fazer compras no supermercado. Luca e Thomaz ficam na casa. O primeiro estudando e fazendo o jantar, o segundo dormindo em seu quarto. Um estrondo na porta da sala. Luca não se incomoda porque muitos dos que ali moram costumam chegar fazendo barulho. Um segundo estrondo. O estudante se dirige à sala e percebe que são pontapés que pretendem derrubar a porta. Terceiro. Quarto. O estudante grita. Quinto, a porta vem ao chão e dois homens encapuzados e armados entram.

Uma nova fechadura tetra foi colocada. A porta continua a mesma
e conserva as marcas da invasão.
Os assaltantes se dirigem ao computador ligado na sala. Luca olha para o lado deixando os assaltantes irritados. Não se mexe ou leva tiro. Ele volta a encarar o chão. Do lado de fora, um terceiro assaltante esperava em um carro. Luca ficou ainda um bom tempo deitado no chão com medo. Foi assim que Thomaz encontrou seu amigo na cozinha. A ação toda não levou mais de 3 minutos, mas foi suficiente para decretar o fim da Republica Gambiarra.

Membros da república. Luca (segundo da esq. para dir.)é de cidade pequena e nunca havia presenciado nada parecido até então.
Em um primeiro momento foram tomadas as ações de instalar um portão na casa, algumas janelas foram soldadas e outras receberam um sistema de alarme caseiro. Após o fim das aulas, cada um seguirá um caminho, a maioria deles em apartamentos.
Até o vencimento do contrato os adolescentes terão que continuar na casa. Sem poder fazer grandes investimentos improvisaram um sistema de segurança.
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